Egoísmo não é viver como a pessoa deseja; é pedir que os outros vivam como ela
Egoísmo não é viver como a pessoa deseja; é pedir que os outros vivam como ela
Paola Oliveira

Dois baianos que eram primos vão servir o exército.
Chegando lá são entrevistados pelo sargento:
-Qual o seu nome? pergunta ao primeiro.
- É Tonho, meu rei.
- Negativo. De agora em diante você será "Antônio". E o que você está fazendo aqui?
- Tô dando um tempo.
- Negativo. Você está servindo à Pátria.
- E o que é aquilo? - pergunta apontando para a bandeira do Brasil.
- É uma bandeira...
- Negativo. De agora em diante ela é a sua Mãe.
Vira-se para o segundo e pergunta:
- Qual o seu nome?
- É Pedro.
- E o que você está fazendo aqui?
- Servindo à Pátria.
- E o que é aquilo (apontando para a bandeira)?
- É minha tia. Mãe de Tonho...
O que é bruxismo? Não é nenhum tipo de feitiçaria, não. Bruxismo é aquele ranger de dentes que acontece durante o sono. Crianças e adultos apertam as mandíbulas e movimentam a arcada, fazendo barulho e desgastando os dentes. A força do ranger é trinta vezes maior do que a realizada para mastigar alimentos. A palavra vem do grego "bruxus", que significa atrito.
Um homem que não pensa por si mesmo, definitivamente não pensa
Por diversas vezes, Jesus falou sobre os sinais do tempo, chamando a atenção para aquilo que o cotidiano tem a dizer a cada pessoa e à humanidade como um todo. Às vezes, seu discurso assume um tom apocalíptico, para logo adiante, explicar o Deus que se revela no cotidiano: “olhem as figueiras, florescem e vocês sabem que o verão está próximo” (Mc 13, 28). Da mesma forma, temos que saber quando o Senhor se aproxima.
O ser humano traz em si o livre arbítrio, este poder de escolha que lhe confere seu dom maior que é a liberdade. A soma dos atos individuais oriundos dessa liberdade é o que constrói as sociedades em que vivemos. Portanto, é imprescindível que o cristão tenha consciência que o mal que existe no mundo não vem de Deus, mas do pecado humano. Em Deus não pode haver dor, não pode haver pecado, não pode haver desespero, porque Deus é infinitamente amor, como nos revela São João.
Aqueles que não se conformam com o estado das coisas, buscam transformar a realidade. E é aqui que se insere essa admoestação de Jesus: aprendam a ler os sinais dos tempos. Muitas vezes essa advertência foi interpretada como o sinal da proximidade do fim do mundo, medo constante da humanidade.
Ler os sinais dos tempos, porém, é uma atitude muito maior e mais abrangente do que a expectativa de um fim. É procurar entender os caminhos da humanidade. É escutar o que Deus diz e quer e deseja para seus filhos e filhas e descobrir sinais concretos de Sua presença salvífica no meio de nós. É discernir, naquilo que a proposta do discernimento tem de mais libertador que é realizar o encontro da vontade humana com a vontade de Deus.
Ler os sinais dos tempos é interpretar os acontecimentos e, fazendo uso da liberdade humana, escolher seguir aquilo que mais conduz à realização do projeto de Deus para a humanidade.
Vivemos tempos ricos e propícios para a consolidação de nossas escolhas. Aprendamos com o tempo de Deus a fazê-las. Escolher o que mais nos aproxima de Deus, escolher o que mais nos conduz ao irmão, escolher o que mais pode construir pontes em vez de muros, escolher abrir o coração ao amor de Deus que cura e transforma.
O Ano Litúrgico terminou e iniciamos do tempo de preparação para a chegada do Menino, da Sua Revelação ao mundo. Precisamos, pois, já começar a ler os sinais do verdadeiro Natal que cotidianamente estão presentes em nossas vidas. Precisamos, sobretudo, acreditar em sua promessa de que “suas palavras não passarão” (Mc 13, 31), a despeito de tudo o mais que passa. Sim, elas não podem passar, porque são palavras de vida eterna! Aprendamos, portanto, a vivê-las concretamente.
Texto para ajudar sua reflexão: Mc 13, 24-32
Gilda Carvalho
Eva Longoria

O baiano deitadão na varanda:
- Ô mãinha, a gente temos aí pomada pra queimadura de taturana?
- Purque, meu dengo? Uma taturana encostou em ti, foi?
- Foi não, mas ela tá cada vez mais perto...
O que é a coceira? Há receptores sensoriais logo abaixo da superfície da pele que enviam mensagens ao cérebro. A sensação de coceira parece fluir pelos mesmos caminhos do sistema nervoso que a sensação de dor flui. A grande maioria dos receptores sensoriais são terminais nervosos "livres", que levam tanto as sensações de dor quanto de coceira ao cérebro. Esses receptores de dor são os mais comuns em nosso sistema nervoso. Quando trabalham com baixo nível de atividade parecem mais sinalizadores de coceiras do que de dor. Não se sabe exatamente porque nos coçamos, pois muitas coceiras não têm causa óbvia e não estão associadas a doença alguma. Mas muitos cientistas especulam sobre sua função. Alguns acreditam que a coceira nos avisa de uma dor que pode surgir caso uma providência não seja tomada. Outros especulam que a finalidade era avisar ao homem primitivo que estava na hora de tirar os parasitas e larvas do cabelo e do corpo. A coceira também pode ser sintoma inicial de algumas doenças mais graves, como diabetes, por exemplo.
Todos ganham presentes, mas nem todos abrem o pacote


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