Cantinho do Landinho


22/02/2015


Síndrome de Kryptonita

Quando nos tornamos pais algo maravilhoso acontece com nossos filhos: a admiração e idolatria que os filhos sentem pelos pais. Para eles pai é a mesma coisa que um super herói.

Lembro a minha filha pedindo para acompanha-la na montanha russa. E sem titubear lá ia com toda a coragem. Na verdade por dentro estava morrendo de medo. Nas subidas e descidas questionava mentalmente o que eu estava fazendo ali. Que sufoco.

Com meu filho disputava partidas de pebolim. Sempre ganhava. Minha esposa ficava brava, pois devia facilitar para ele ganhar. Justificava que ele precisava a ser incentivado a ganhar de mim, só dessa forma ele aprimoraria sua habilidade. E ele foi esmerando até as partidas ficarem muito disputadas. Até ele vencer. Aí foi o momento de parar justificando que estava cansado, mas na verdade estava me preservando na condição de super herói.

Lembro muito bem do meu pai com a facilidade de cálculos mentais. Ao fazer compras na vendinha o dono do local passava a conta do que foi comprado para o meu pai somar. Com o passar dos dedos sobre as parcelas da soma ele totalizava com tal facilidade que deixava o cara abismado. E eu todo orgulhoso com capacidade do meu pai.

Mas chega o momento que chamo de Síndrome de Kryptonita. Assim como Superman não pode se aproximar da pedra verde pois retira os seus poderes assim acontece conosco ao avançar a idade. Parece que a Kryptonita se aproxima e nos faz perder nossos super poderes.

A sua cabeça continua a mesma mas o resto do corpo não obedece. É momento de deixarmos de sermos super heróis e transformarmos em Mestre Jedi Yoda, usarmos nossas experiências e nossa história para o aconselhamento dos nossos filhos para que tenham uma vida melhor que a sua.

Hoje precisei esperar uma hora a mais para comemorar meu aniversário, ou seja, quando faltava um segundo para o meu aniversário ele distanciou em uma hora. Que loucura.

Mas o que vale a pena que são 62 anos vividos intensamente junto com minha família. Houve momentos de tristeza , mas também de muita alegrias, difíceis, vitoriosos. Esta variação é que torna interessante viver , pois cada dia é uma história diferente.

E o dia tinha que ser especial. The Oscar goes to..... Orlando. 

Escrito por Orlando Stampacchio às 00h05
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18/01/2015


Alguém chamado Wolinski

Tinha 19 anos. O ano 1971. Havia uma publicação nas bancas de jornal de periodicidade mensal chamada “Grilo”. Era uma revista com tiras do Snoopy e Charlie Brown, o Reizinho, Zé do Boné. Mas trazia alguns cartunistas desconhecidos do “underground” americano e europeu. Havia também as aventuras em quadrinhos da sensual Valentina criação do italiano Guido Crepax. Outro quadrinho sensual era de Paulette criação de Georges Pichard e Georges Wolinski. Sempre havia um cartoon de Wolinski que retratava de forma irreverente uma charge ligada ao sexo. Quando adquiria a revista já folheava aquelas páginas em preto e branco para dar algumas risadas das charges deste gênio Wolinski. Em alguns números da revista Playboy nacional apareceram estas charges.
Infelizmente esta revista teve uma vida efêmera, duraram uns 48 números, uma revista de quadrinhos de vanguarda dirigida ao público adulto. Eram tempos do regime militar com sua censura e truculência. O material da revista foi classificado como “atentatório à moral e aos bons costumes”, e os jornalistas por trás da empreitada também atraíram a atenção dos órgãos de repressão, já que muitos estavam engajados nas lutas contra o sistema.

E assim deixei de ver as tiradas geniais do Wolinski. Mas no dia 7 de janeiro de 2015, Georges Wolinski foi assassinado por radicais islamistas na redação do jornal Charlie Hebdo durante um ataque terrorista que vitimou outros cartunistas do mesmo jornal.

Sou favorável à liberdade de expressão. Mas acho que o bom senso deva sempre prevalecer. Questões politicas, religiosas e futebolísticas são sempre controversas. Não pode haver radicalismo, pois as coisas fogem de controle, entramos num terreno cego onde inexiste o diálogo.

Por causa disso não aderi à campanha “Je suis Charlie”. Acho que as charges do jornal foram radicais demais mexendo com o povo islâmico. Também acho que matar como retaliação é uma forma mais insana.

O papa Francisco defendeu o direito de expressão, mas disse ser errado provocar os outros ao insultar a religião alheia. "A liberdade religiosa e a liberdade de expressão são ambos direitos fundamentais", disse o Papa, antes de proferir uma outra declaração definitiva: "Não se pode matar em nome de Deus. Matar em nome de Deus é uma aberração."

Apenas quis fazer uma referência a uma pessoa que na minha juventude alegrou-me com suas charges inteligentes. Teve uma obra interessante e irreverente.

Escrito por Orlando Stampacchio às 15h54
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24/11/2014


Charge do Dia

Escrito por Orlando Stampacchio às 11h44
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Jigsaw puzzle

Durante uma viagem, recebi um fax da minha secretária.

"Um tijolo de vidro estava faltando para a reforma da cozinha", escreveu ela. "Estou lhe enviando o projeto original e que o pedreiro vai fazer, a fim de compensar a falha."

De um lado, havia o projeto de minha esposa tinha projetado: linhas harmoniosas com uma abertura para ventilação.

Por outro lado, o projeto que resolveu a falta do tijolo: um verdadeiro quebra-cabeça, onde os quadrados de vidro foram colocados sem estética qualquer.

"Basta comprar o tijolo que falta", escreveu a minha esposa.

Isso foi feito e o design original foi mantido. Naquela tarde eu fiquei pensando por um longo tempo sobre isso: quantas vezes, por causa de um tijolo que faltava, nós distorcermos completamente o projeto original da nossa vida!

Paulo Coelho

Escrito por Orlando Stampacchio às 11h38
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As Certinhas do Landinho

Juliana Alves


Escrito por Orlando Stampacchio às 11h33
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Uma Piada

Esta me lembrou o motorista de táxi que saiu do aeroporto do Galeão com um americano e um francês.
- A Torre Eiffel foi construída em duas semanas - diz o orgulhoso francês.
- O Empire State foi construido em uma semana. Diz o esnobe americano.
Quando estão passando pelo Estádio do Maracanã, eles perguntam ao motorista:
- O que é isto ?
Então o motorista responde:
- Não sei, ontem quando passei por aqui não havia nada.

Escrito por Orlando Stampacchio às 11h05
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Em Algum Lugar do Passado

Os Jetsons


Escrito por Orlando Stampacchio às 11h03
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18/11/2014


Charge do Dia

Escrito por Orlando Stampacchio às 11h38
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O zíper emperrou?

Às vezes, é muito difícil abrir e fechar um zíper. Podemos esfregar sabão, uma ponta de lápis ou uma vela sobre os dentes do zíper. 

O sabão, o grafite e a parafina são excelentes lubrificantes.


Dicas da Dra. Shirley de Campos

Escrito por Orlando Stampacchio às 11h30
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As Certinhas do Landinho

Isabella Cavalleti


Escrito por Orlando Stampacchio às 11h26
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Uma Piada

Observando a grande bagunça que tinha virado o céu com tantas pessoas entrando, tanto movimento, São Pedro decidiu tomar algumas providências. 
— Vamos mudar tudo! — disse ele, para os anjos-funcionários
— Agora para entrar no céu a pessoa tem que contar a história da sua morte... Se a história for muito triste, a pessoa entra... Senão fica no purgatório, no inferno! Se vira! Ah, isso aqui está ficando muito cheio! 
No dia seguinte o céu estava todo cercado com portões altos e formou-se uma grande fila na portaria. E o anjo Gabriel foi orientando o pessoal: 
— Gente! O negócio é o seguinte: cada um de vocês vai contar como morreu e eu vou decidir se vocês vão ou não entrar no céu, OK? 
Então o primeiro homem da fila começou a contar sua história: 
— Eu estava desconfiando que minha mulher estava me traindo então hoje cheguei mais cedo no meu apartamento, no décimo segundo andar, pra pegar ela no flagra. 
— Quando eu cheguei ela estava pelada na cama, mas eu revirei a casa inteira e não achei ninguém! Quando já estava desistindo, olhei pra sacada e vi duas mãos penduradas... Ah, era o desgraçado! 
— Não pensei duas vezes, fui até a sacada e pisei nas mãos dele até ele cair... Mas o filho da mãe caiu em cima de um toldo e sobreviveu... Aí corri pra dentro de casa pra pegar a coisa mais pesada que tivesse e jogar em cima dele.
— Reuni minhas forças, carreguei a geladeira até a sacada e joguei no miserável... Acertei em cheio! Mas fiz tanta força que fiquei tonto e caí, bem em cima do imbecil... Aí eu morri... 
— É, boa história! — disse o anjo, ainda meio confuso nessa nova função. — Pode entrar... Próximo! 
— Er, oi anjo! — disse o próximo sujeito da fila. — Eu estava no meu apartamento, no décimo terceiro andar, fazendo meus exercícios diários na sacada e, de repente, perdi o equilíbrio e escorreguei... 
— Por sorte eu me agarrei na sacada do apartamento de baixo, mas quando estava me erguendo, apareceu um maluco pisando nas minhas mãos e gritando... Aí não teve jeito!
— Caí de lá de cima... Por sorte, caí em cima de um toldo aí pensei "Estou salvo", mas o maluco não se deu por satisfeito e jogou uma geladeira em cima de mim! Aí eu morri, né! Fazer o quê... 
O anjo se esforçou pra segurar o riso e mandou ele entrar. 
Então veio o terceiro homem da fila: 
— Olha, você não vai acreditar, mas eu estava pelado, dentro de uma geladeira...

Escrito por Orlando Stampacchio às 11h20
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Imagens

Escrito por Orlando Stampacchio às 11h17
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13/11/2014


Charge do Dia

Escrito por Orlando Stampacchio às 12h14
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O que diz Veríssimo:

Senhor, dê-me serenidade para aceitar as coisas que não posso mudar,
a coragem para mudar as coisas que não posso aceitar
e a sabedoria para esconder os corpos daquelas pessoas que eu tive que matar por estarem me enchendo o saco. 

Também, me ajude a ser cuidadoso com os calos em que piso hoje, pois
eles podem estar conectados aos sacos que terei que puxar amanhã. 

Ajude-me, sempre, a dar 100% no meu trabalho... 
- 12% na segunda-feira, 
- 23% na terça-feira, 
- 40% na quarta-feira, 
- 20% na quinta-feira, 
- 5% na sexta-feira. 

E... Ajude-me sempre a lembrar,
quando estiver tendo um dia realmente ruim e todos parecerem estar me enchendo o saco,
que são necessários 42 músculos para socar alguém e apenas 4 para estender meu dedo médio e mandá-lo para aquele lugar... 

Que assim seja!!! 

Viva todos os dias de sua vida como se fosse o último.
Um dia, você acerta.

Luis Fernando Veríssimo

Escrito por Orlando Stampacchio às 12h11
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As Certinhas do Landinho

KATIE LOWES


Escrito por Orlando Stampacchio às 12h05
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